sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

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4 comentários:

Marilia Ferreira disse...

hahahaha

Confesso que demorei um tempo pra entender..talvez o horario tenha contribuido...até de ajuda...e olha que a minha ajuda tb ficou confusa!

Incluive eu fui o motivo da risada dela! uahuahuahuahua

Marcela Prado disse...

ai, tadinha da pastora mirim

Eduardo Araújo disse...

Tou devolvendo aqui o comentário da minha página sobre a Argentina vir aqui me buscar em casa.

Eduardo, camarada, é o seguinte: emprego não é coisa de Deus. Jesus só recebeu o título de carpinteiro por causa do pai. Provavelmente, só carregava essa cruz em nome do pai. O que fazia de melhor era pregar. E não estou falando de martelar, por que aí sua morte na cruz seria uma ironia dos diabos. Jesus não cortava o cabelo, montava em besta mansa, vestia lençóis e gostava de curtir a natureza com os amigos. Vez ou outra, ensinava a pescar, mas não pescava, e ainda encantava todo mundo caminhando sobre as águas. Era uma alma livre, de colinas, transubstanciava água em vinho, e era bom mesmo em multiplicar pães e peixes que distribuia, camarada, para multidões, e de graça. Nessa perspectiva, tinha puxado o pai, que, criando o mundo, não suportou mais do que seis dias de labuta. Por isso que domingo é dia santo, dia de comemoração, camaradagem, de roupa vistosa de missa. Depois destes exemplos mais que divinos de que o trabalho é coisa de seres inferiores, só posso acreditar que "trabalho" é invenção de ateus, ou "agnósticos", que nada mais são que crentes sem muita convicção.

Eduardo Araújo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.